Regulamento Geral F1 2019 (Novo)

Regulamento Geral e Código Disciplinar da Liga da Velocidade – Categoria F1

Parte I – Configurações Gerais

Categorias e configurações da corrida

São configurações de corrida da Liga da Velocidade:

  1. Desempenho do carro: igual
  2. Sessão Curta de Qualificação
  3. Distância da Corrida: 50%
  4. Clima Dinâmico
  5. Horário de Início da Sessão: Oficial
  6. Dano ao veículo: completo
  7. Gerando Fantasma: ligado
  8. Safety Car: ligado
  9. Rigor no corte de curvas: Rígido
  10. Início de Corrida: Manual
  11. Volta de Apresentação: Ligado
  12. Assistência de freios: desligado
  13. Assistência nos boxes: desligado
  14. Assistência de saída dos boxes: desligado
  15. Modo ERS: Manual

Na categoria pró, não será permitida nenhuma assistência, enquanto que na categoria iniciante será permitida todas as assistências, exceto de freios e boxes.

Pontuação

A pontuação será atribuída da seguinte forma:

1 – 45
2 – 38
3 – 35
4 – 32
5 – 30
6 – 28
7 – 26
8 – 24
9 – 22
10 – 20
11 – 18
12 – 16
13 – 14
14 – 12
15 – 10
16 – 8
17 – 6
18 – 4 
19 – 2
20 – 1

2 pontos para pole; 2 pontos para volta mais rápida

Para receber a pontuação da prova, os pilotos devem aguardar a conclusão da prova, com a apresentação da classificação final da corrida. O piloto que se retirar antes da apresentação do resultado final, perderá os pontos da prova.

Caso o piloto não tenha concluído ou terminado como ghost, não receberá a pontuação correspondente.

O campeonato de F1 será composto por 7 Etapas, uma vez por semana, conforme  calendário divulgado pela Liga. 

Horário da Corrida e Abertura da Sessão

As corridas serão nas terças, às 22h (Horário de Brasília).

A sessão será aberta às 21:45h, começando pontualmente no horário agendado.

Número Mínimo de Pilotos Inscritos

Para iniciar a competição, deve ter o número mínimo de 12 pilotos inscritos no Grid.

Caso não atingido o número mínimo, poderá a organização unir as duas categorias, ressarcindo a inscrição de quem não desejar participar na forma unificada.

PSN da Liga da Velocidade

É facultado aos pilotos inscritos fazerem uma PSN no formato LV_NOME_UF (por exemplo, LV_Joaquim_SP)

Premiação

A Liga da Velocidade premiará os três primeiros colocados de cada categoria, sendo assegurado ao campeão troféu. Ao segundo colocado será premiado com medalha + cartão psn de 60 reais e ao terceiro  um cartão psn de 60 reais.

Caso o participante resida fora do Brasil, os custos do envio corre por conta do piloto.

Desistência

Em caso de desistência antes do início da temporada, Liga devolverá 50% do valor inscrito, salvo se a desistência se der por conta alteração de calendário ou mudança do dia da corrida, que ocasionará a devolução integral do valor inscrito.

Em hipótese alguma haverá devolução da inscrição após o início da competição.

Direitos de Imagem

O piloto inscrito e participante está autorizando automaticamente a Liga da Velocidade a ter o direito de utilização de imagem  do mesmo nas transmissões de sua plataforma na qual se inscreveu, mesmo em caso de desistência da liga.

Parte II – DAS REGRAS GERAIS DE COMPORTAMENTO.

Art. 1º Este Código regulamenta os comportamentos de pista aceitáveis e dispõe sobre a penalização em casos de inobservância de seus preceitos.

Parágrafo Único. Qualquer aplicabilidade do Código Disciplinar será realizada após o entendimento de desproporcionalidade das punições determinadas pelo diretor de prova artificial do jogo em questão.

Art. 2º Em disputas de posição, o piloto da frente poderá mudar de direção apenas UMA vez de modo a obstar a ultrapassagem, e caso deseje retornar à posição originária deverá preservar espaço suficiente para que o adversário possa se posicionar.

Parágrafo 1º. O princípio da reserva de espaço ao adversário implica na presunção relativa de culpa do piloto que invadiu o espaço alheio.

Parágrafo 2º. O piloto que vem de trás na ultrapassagem tem o domínio perfeito da visão do fato, devendo agir de acordo com as regras de segurança.

Parágrafo 3º. Assumem o risco de colisão e penalidade os pilotos que decidam travar briga em lugar reconhecidamente impróprio, especialmente se houver alerta prévio no brieffing, sem prejuízo da análise das circunstâncias.

Parágrafo 4º. Ao piloto da frente é vedado se valer de ziguezagues ou qualquer outra forma de variação de posicionamento que comprometa a segurança da disputa.

Parágrafo 5º. Em toques traseiros, ainda que leves, é presumida a culpa do piloto de trás, que deverá se abster de completar a manobra de ultrapassagem.

Parágrafo 6º. É obrigatória a devolução de posição ganha ilicitamente, devendo o piloto beneficiado efetivá-la tão logo haja condições seguras, devendo reduzir e sair do traçado para o que o piloto prejudicado ultrapasse.

Parágrafo 7º. A devolução de posição é obrigatória ainda que terceiro possa dela se beneficiar.

Art. 3º. O piloto que estiver com carro seriamente avariado que comprometa sua dirigibilidade deverá se portar com o máximo de cautela, evitando obstar ultrapassagens e o fluxo normal da corrida.

Art. 4º. Em caso de lentidão causada por punição aplicada pelo diretor de prova artificial, o piloto deverá evitar mudanças bruscas de direção, comportando-se como ordena o bom senso.

Art. 5º. Durante o treino classificatório os pilotos deverão empreender esforços para que se mantenha um espaçamento ideal de pista evitando congestionamentos desnecessários.

Art. 6º. Em largadas, os pilotos só poderão mudar bruscamente de direção caso tenham segurança de que o espaço a ser ocupado está vazio, ou, ainda, para desviar de uma colisão iminente.

Parágrafo único. Na largada o piloto de trás deverá ter cautela redobrada, mantendo zona de espaço e frenagem seguras, evitando colisões de todas as formas possíveis.

Art. 7º. Nas saídas dos pits, o piloto deverá obedecer a linha branca da trajetória demarcada na pista.

Art. 8º. O uso do mapa é OBRIGATÓRIO como ferramenta essencial para a segurança das corridas, devendo-se atentar sempre acerca das posições dos pilotos próximos, e na identificação se são adversários de corrida ou retardatários.

Art. 9º. Os retornos da grama ou da brita, ou outra situação similar, os pilotos deverão se certificar, através do mapa, de que nenhum outro piloto está por perto, retomando o traçado aos poucos e pelas margens, evitando manter a aceleração fora do asfalto.

Art. 10. O uso do microfone deve ser moderado, especialmente durante o treino classificatório e corridas oficiais, vedada a discussão prolongada e acalorada, ou conversas contínuas que atrapalhem a concentração dos demais pilotos.

Art. 11 O jogo de equipe que importe na troca deliberada de posições ou na renúncia da própria corrida para prejudicar adversários é vedado e passível das penalidades previstas nesse Código.

Art. 12. O retardatário deverá facilitar ao máximo a ultrapassagem dos líderes, ainda que esteja disputando posição com outro retardatário.

Parágrafo único. O piloto que for realizar a ultrapassagem também deverá zelar pela segurança do retardatário, escolhendo os pontos mais seguros e evitando manobra em local inapropriado, vedados métodos que firam as regras de ultrapassagem e ofendam a dignidade dos últimos colocados.

Art. 13. É terminantemente proibida a vingança privada, devendo o piloto prejudicado se valer do procedimento disciplinar regulado por este Código, sob pena de suspensão ou expulsão do campeonato.

Art. 14. Todas as manifestações dos participantes deverão ser respeitosas, independentemente do veículo de comunicação utilizado. Em caso de desrespeito, o participante poderá ser suspenso ou excluído do grupo, a critério da direção da Liga da Velocidade.

DAS INFRAÇÕES E PENALIDADES

Art. 15. Se sujeita a penalização todo àquele que por dolo, imprudência, negligência ou imperícia, causar acidente evitável e que a direção de prova virtual não tenha aplicada corretamente a punição.

Art. 16. A infração passível de pena é aquela que causa dano relevante à vítima, cujas consequências para a vítima tenham sido de gravidade média ou alta e/ou ignoradas ou punição desproporcional determinada pela direção de prova.

Parágrafo 1º. São consideradas infrações leves: acidente sem dano, que tira da pista sem rodar ou perder posições; mudar duas vezes ou mais traçado para defender posição, espalhar em curva ou fechar curva prejudicando outro quando disputando lado a lado mas sem causar dano ou fazer rodar; dificultar ultrapassagem dos líderes quando retardatário.

Parágrafo 2º. São consideradas infrações médias: acidente onde o piloto tira o adversário da pista ou, em virtude de sua manobra, ocasiona a perda do controle do carro, fazendo o piloto perder de 1(uma) a 7(sete) posições; ou causa dano amarelo.

Parágrafo 3º. São consideradas infrações graves: acidente onde o piloto tira o adversário da pista ou, em virtude de sua manobra, ocasiona a perda do controle do carro, fazendo o piloto perder de 8(oito) a 19(dezenove) posições; ou causa dano laranja ou vermelho ao adversário.

Parágrafo 4º. São consideradas infrações gravíssimas aquelas resultam em dano terminal ao adversário.

Art. 17. São penalidades passíveis de aplicação pelo processo disciplinar:

I – As infrações leves serão punidas com advertência ou com a subtração em até 10 segundos na corrida que ocorreu o fato;

II – As infrações médias serão punidas com a subtração entre 11 e 40 segundos na corrida que ocorreu o fato;

III – As infrações graves serão punidas com a subtração entre 41  até 60 segundos na corrida que ocorreu o fato e poderá ser cumulada com a proibição de participar da qualificação na prova seguinte;

IV – As infrações gravíssimas serão punidas com a subtração de 20 até 30 pontos na classificação geral e poderá ser cumulada com proibição de participar da qualificação na prova seguinte;

Parágrafo 1º. As penalidade acima podem ser reduzidas em até 1/3 nos casos em que a direção artificial aplicou penalidade ao piloto envolvido;

Parágrafo 2º. Nos casos de infração leve, se houver devolução da posição, poderá não ser aplicada a penalidade, caso fique comprovado que não houve manifesto prejuízo ao piloto envolvido.

Parágrafo 3º. Caso seja reiterada a prática de infrações graves, poderá ensejar a perda de pontos, na forma da infração gravíssima.

Art. 18. É obrigatório a gravação do vídeo da corrida por parte do pilotos inscritos e pode ser requerido pela diretoria nos casos de acidentes onde foi solicitada a análise. Caso o piloto não tenha gravado sua corrida ou se recusar a fornecer o vídeo, será aplicado a pena de proibição de participar da qualificação, na prova seguinte. Caso a ausência do vídeo ocorra na última etapa, será feita a subtração de 5(cinco) pontos.

Parágrafo 1º. Em caso de reiteração da ausência de vídeo, serão subtraídos 5 (cinco) pontos na primeira reiteração, dobrando-se na seguintes (10 pontos, 20 pontos, 40 pontos), além da penalidade de não participar do próximo qualifying.

Parágrafo 2º. Caso o vídeo seja essencial para a apuração da conduta do piloto requerido, poder-se-á aplicar a subtração de 5 (cinco) a 40 (quarenta) pontos, conforme a natureza do dano, além da penalidade de não participar do próximo qualifying.

Art. 19 O dano causado de maneira intencional será imposta a penalidade de exclusão do campeonato.

Art. 20. A suspensão do campeonato será devida nas hipóteses em que o piloto estiver corrompendo o bom ambiente da competição, causando discórdias descabidas, ou comprometendo a validade e o caráter do resultado, bem como atrapalhando a diversão dos demais.

Parágrafo único. Nos casos em que ocorra  agressão verbal aos pilotos da Liga da Velocidade em qualquer ambiente sob a administração da Liga (Whatsapp, Facebook, Instagram, Youtube), a direção aplicará a penalidade de subtração de 15 pontos na classificação geral, após o descarte.

Art. 21. Também pode ser aplicada a pena de exclusão do campeonato ao participante que faltar sem justificativa 2 corridas consecutivas ou 3 alternadas. Em caso de exclusão do campeonato, a Direção da Liga da Velocidade pode vetar a participação no campeonato seguinte, bem como a substituição por outro piloto, com pagamento proporcional às provas a serem disputadas.

DOS CRITÉRIOS DE JULGAMENTO E DO PROCESSO DISCIPLINAR.

Art. 22. A reclamação deverá ser encaminhada através de link específico disponível no site da Liga da Velocidade , até às 23:59h do dia seguinte à corrida, com a juntada obrigatória do seu trecho gravado. Após a apresentação da reclamação, será aberto prazo para que o Adversário apresente sua defesa, no prazo de 1 dia, juntamente com seu vídeo.

Parágrafo 1º. As reclamações encaminhadas sem o vídeo ensejará o não recebimento, bem como a penalidade do Art. 18 deste Regulamento (proibição de participar do qualifying na corrida subsequente).

Parágrafo 2º. A diretoria pode aplicar eventual penalidade, de ofício, nos casos de nítidas  condutas irregulares gravadas pela transmissão.

Art. 23. Até o fim da sexta-feira, a comissão deverá proferir sua decisão.

Art.24. Os casos omissos serão decididos pela Diretoria da Liga da Velocidade.

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